O pastor Silas Malafaia, considerado o principal conselheiro de Jair Bolsonaro (PL), não está convencido das explicações fornecidas por Milton Ribeiro até o momento no caso envolvendo o gabinete paralelo de pastores no Ministério da Educação. 

Os ‘dois caras’ a quem Malafaia se refere são os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, da igreja Assembleia de Deus. Os religiosos são acusados de formarem um gabinete paralelo para intermediar a liberação de verbas do MEC a prefeitos ligados à igreja.

A bancada evangélica informou que irá se pronunciar oficialmente em nota nesta quarta-feira. Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do grupo, alegou que iria esperar uma posição do ministro e evitou avaliar a nota divulgada por Ribeiro até o momento.